Defeitos. Dois. Partilha. Dubiedade e dúvidas. A sensação de cada vez saber mais,e cada vez,ao mesmo tempo,saber menos. Quase nada.Um ínfimo. E o que fazer? A insegurança do pisar em chãos desconhecidos,cheio de vidrinhos invisíveis. É difícil...Ainda assim, prefiro as incertezas ao conhecimento pleno. Só de falar já dá um espanto.
A grandiosidade do entender-se até a última ponta,do último fio de cabelo.Soa magnânimo e,ao mesmo tempo, assustador.
O que adianta cercar-se de concretos numa vida que é SÓ abstratos? Até mesmo para aquele mais "certo" de si.
Não saber de si,nem de nada, e buscar,constantemente,por esse encontro,pelo auto-conhecimento,talvez seja esta a grande moral da vida das cabeças incertas.
A liberdade:o que é ser dono do próprio nariz afinal?
Perguntas? Aos montões.Respostas? Constantemente cambiantes.Resultado:Um colapso mental,digno de Big-Bang e até mais.
P.S.: "É difícil aprisionar os que têm asas". Caio Fernando de Abreu
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
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2 comentários:
Ah, vai... uma certezazinha de vez em quando cairia muito bem =P
(é, é certeZAzinha mesmo!)
hehe , é! :D
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