Água de beber
Bica no quintal
Sede de viver TUDO...
E o esquecer
Era tão normal que o tempo parava
E a meninada respirava o vento
Até vir a noite e os velhos falavam coisas dessa vida
Eu era criança, hoje é você, e no amanhã, nós
Água de beber
Bica no quintal, sede de viver tudo
E o esquecer,
Era tão normal que o tempo parava
Tinha sabiá, tinha laranjeira, tinha manga rosa
Tinha o sol da manhã
E na despedida,
tios na varanda, jipe na estrada
E o coração lá...
P.S.: De alguma forma me inspira muito escutar essa canção: "Sede de viver tudo".O modo como o Milton pontua na melodia. Demais!
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Um pouco de mim e da minha imaginação criadora...
(Eu escrevi um texto sobre sexo,mas estou com vergonha de postar...
Eu esqueci o último tema que eu queria escrever sobre...
Eu estou morrendo de medo de como serão essas tais "avaliações" da faculdade!
Ah,lembrei!...)
É simplesmente incrível como as vidas das pessoas,quando olhadas de longe,principalmente quando você não as conhece muito bem,parecem mais interessantes.
O escritor intelectual que vive em um apartamento apertado,rodeado por seus livros,e com um cigarro incessantemente queimando,em Londres ou em Paris, parece sempre mais interessante que aquele,de mesmo "tipo humano", que está justamente ao lado,às vezes,na porta da frente.
É como se tudo ficasse mais romanceado e nos fosse permitido criar uma realidade totalmente fantasiosa sobre a pessoa em questão.Isto, induvidavelmente,deixaria tudo mais interessante, pois despe-se de qualquer defeito (ao menos daqueles grandes o bastante para incomodar) o "personagem" e dele faz-se a imagem que melhor agradar.
Primeiro, você cria o "ideal"e, quando este se transforma no "real",a decepção é certeira. Talvez não seja a maior das decepções,ou até,quem sabe, seja algo muito próximo do idealizado,mas nunca igual. Ainda mais para uma mente idealizadora por natureza,viciada em leituras e narrativas intrigantes,a criação constante de imagens e histórias é inevitável. E é um passatempo dos mais divertidos.
(É uma sensação estranha que me ocorreu a pouco e que achei legal escrever sobre,sei que o texto não está dos melhores,mas...Lê quem quer!Aliás,há vezes que me sinto falando com fantasmas,ou comigo mesmo,por esse blog...ECO...ECO...)
Eu esqueci o último tema que eu queria escrever sobre...
Eu estou morrendo de medo de como serão essas tais "avaliações" da faculdade!
Ah,lembrei!...)
É simplesmente incrível como as vidas das pessoas,quando olhadas de longe,principalmente quando você não as conhece muito bem,parecem mais interessantes.
O escritor intelectual que vive em um apartamento apertado,rodeado por seus livros,e com um cigarro incessantemente queimando,em Londres ou em Paris, parece sempre mais interessante que aquele,de mesmo "tipo humano", que está justamente ao lado,às vezes,na porta da frente.
É como se tudo ficasse mais romanceado e nos fosse permitido criar uma realidade totalmente fantasiosa sobre a pessoa em questão.Isto, induvidavelmente,deixaria tudo mais interessante, pois despe-se de qualquer defeito (ao menos daqueles grandes o bastante para incomodar) o "personagem" e dele faz-se a imagem que melhor agradar.
Primeiro, você cria o "ideal"e, quando este se transforma no "real",a decepção é certeira. Talvez não seja a maior das decepções,ou até,quem sabe, seja algo muito próximo do idealizado,mas nunca igual. Ainda mais para uma mente idealizadora por natureza,viciada em leituras e narrativas intrigantes,a criação constante de imagens e histórias é inevitável. E é um passatempo dos mais divertidos.
(É uma sensação estranha que me ocorreu a pouco e que achei legal escrever sobre,sei que o texto não está dos melhores,mas...Lê quem quer!Aliás,há vezes que me sinto falando com fantasmas,ou comigo mesmo,por esse blog...ECO...ECO...)
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
E eu nem sei mais...
Defeitos. Dois. Partilha. Dubiedade e dúvidas. A sensação de cada vez saber mais,e cada vez,ao mesmo tempo,saber menos. Quase nada.Um ínfimo. E o que fazer? A insegurança do pisar em chãos desconhecidos,cheio de vidrinhos invisíveis. É difícil...Ainda assim, prefiro as incertezas ao conhecimento pleno. Só de falar já dá um espanto.
A grandiosidade do entender-se até a última ponta,do último fio de cabelo.Soa magnânimo e,ao mesmo tempo, assustador.
O que adianta cercar-se de concretos numa vida que é SÓ abstratos? Até mesmo para aquele mais "certo" de si.
Não saber de si,nem de nada, e buscar,constantemente,por esse encontro,pelo auto-conhecimento,talvez seja esta a grande moral da vida das cabeças incertas.
A liberdade:o que é ser dono do próprio nariz afinal?
Perguntas? Aos montões.Respostas? Constantemente cambiantes.Resultado:Um colapso mental,digno de Big-Bang e até mais.
P.S.: "É difícil aprisionar os que têm asas". Caio Fernando de Abreu
O que adianta cercar-se de concretos numa vida que é SÓ abstratos? Até mesmo para aquele mais "certo" de si.
Não saber de si,nem de nada, e buscar,constantemente,por esse encontro,pelo auto-conhecimento,talvez seja esta a grande moral da vida das cabeças incertas.
A liberdade:o que é ser dono do próprio nariz afinal?
Perguntas? Aos montões.Respostas? Constantemente cambiantes.Resultado:Um colapso mental,digno de Big-Bang e até mais.
P.S.: "É difícil aprisionar os que têm asas". Caio Fernando de Abreu
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